Centro de Salvador / Salvador em 03 Dias – Dia 02

Conhecer o centro de Salvador, é como entender a história de nosso país. Visitar seus prédios históricos e presenciar o olodum no pelourinho, é sentir a cultura viva.

Relato completo:

Dia 01: História, Como Chegar, Onde Se Hospedar, Praia do Rio Vermelho, Onde Comer no Pelourinho, Largo da Mariquita, Acarajé da Cira ou Acarajé da Dinha?

Dia 02: Elevador Lacerda, Mercado Central, Pelourinho e Por do Sol Farol da Barra

Dia 03: Praia de Itapuã e Farol da Barra.

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Centro de Salvador

O início da primeira capital do Brasil. 

A hospedagem incluía o café da manhã, que era bem completo, com pães, frutas, bolos, sucos, café, e tudo à vontade.

De manhã ainda chovia um pouco, mas por volta das 11h o Sol começou a aparecer, e como não iríamos mais para o Morro de São Paulo, decidimos tirar o dia para conhecer os principais pontos turísticos da cidade. E dessa vez torcendo para que o Sol não sumisse.

Rio Vermelho Salvador
Rio Vermelho

Nosso roteiro seria:

  • Elevador  Lacerda / Mercado Modelo
  • Pelourinho
  • Praia da Barra

Elevador Lacerda e Mercado Modelo

Arquitetura histórica no centro de Salvador. 

Para chegar ao Elevador Lacerda, fizemos o mesmo trajeto do dia anterior. Pegamos o ônibus na Avenida Oceânia com destino à Praça da Sé (que é o ponto final, e onde você desce).

No Elevador, mesmo com o tempo aberto, novamente não me impressionei com a vista.

Apesar de ver o mar da Baía de Todos os Anjos, a vista para mim era mais triste do que alegre. De lá era possível reparar no número de casas inacabadas de Salvador.

E eu não parava de pensar em como as pessoas estavam passando esses dias de chuva.

Elevador Lacerda
Vista do Elevador Lacerda

Atravessamos a rua em direção ao Mercado Modelo, famoso por ser uma espécie de shopping de artesanatos, e onde é possível encontrar de tudo da cultura baiana.

Você pode também visitar o sub-solo do Mercado Modelo, que foi construído para ser uma vinícola e um armazém de produtos.

Mas diz a lenda que o local funcionou como uma espécie de depósito de escravos. Onde aqueles que chegavam pelo porto, esperavam durante dias para serem enfim encaminhados para algum outro lugar 🙁

Pelourinho

Hoje cultura viva, no passado sofrimento. 

Saindo de lá almoçamos em um self-service na entrada do centro histórico do Pelourinho. O almoço saiu bem em conta.

Pelourinho
Pelourinho

Ao lado da Fundação Casa de Jorge Amado, estava acontecendo um ensaio de Olodum.

O som dos tambores transmitia bastante energia, que era espalhada por todos que passavam por lá. Não só no sorriso das pessoas, mas também nas pernas que não conseguiam ficar paradas.

Centro de Salvador
Centro de Salvador

Pelourinho
Pelourinho
Pelourinho
Pelourinho

Farol da Barra

Assista ao pôr do sol, e curta a noite. 

Ainda tínhamos tempo pela frente, então pegamos um ônibus para a Praia da Barra.

Caminhando pelo Calçadão da Barra, uma região mais turística do que o Rio Vermelho, com diversas opções de restaurantes e bastante badalada.

Foi lá que assistimos um dos mais lindos pôr do sol.

Farol da Barra
Farol da Barra
Praia da Barra
Praia da Barra
Praia da Barra Salvador
Praia da Barra

A noite foi bem mais legal que a noite passada. Sem chuva voltamos de ônibus para o Rio Vermelho, e experimentamos o famoso Acarajé da Dinha.

A praça do Rio Vermelho estava com muita gente e uma atmosfera muito boa. E o acarajé era realmente MUITO BOM. Nunca mais comemos um sequer parecido.

Além do Acarajé, aproveitamos para experimentar a tapioca e nos rendemos à deliciosa gastronomia baiana.

Centro de Salvador
Centro de Salvador
Centro de Salvador
Salvador

Não tínhamos fechado a hospedagem no hostel para aquela noite, pois com chuva o lugar estava bem desconfortável.

Andamos para procurar outra hospedagem mas não conseguimos nenhum preço bom. E como não estava chovendo naquela noite, resolvemos dormir novamente no El Misti.

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Paulistano de 26 anos, que ainda mora em São Paulo, e trabalha como Analista de Sistemas. Alguém que só percebeu o tamanho do mundo quando colocou pela primeira vez a mochila nas costas, e a partir de então passou a enxergar o mundo em uma outra perspectiva. Uma perspectiva menos “de eu” e mais “de todos”. Uma pessoa que vive em uma utopia de crer que o mundo pode ser um lugar diferente.

COMENTÁRIOS

1 comentário
  1. escrito por
    Salvador em 03 Dias – Dia 03 – Blog Vamos pro Mundo
    jan 29, 2017 Responder

    […] Dia Anterior […]

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