Santiago de Chile – Chile em 10 dias

Um novo mochilão se iniciava, seriam 10 dias de viagem no Chile rumo à Bolívia. Nossa primeira parada foi Santiago de Chile, uma cidade moderna e cheia de encantos.

Passagens aéreas Santiago de Chile

Passagens multi-destinos com chegada no Chile, e partida na Bolívia. 

Partimos no dia 10/10 do Aeroporto de Guarulhos em São Paulo, com destino para Santiago. Como nossa viagem contemplaria 2 países, Chile e Bolívia, resolvemos comprar passagens de destinos múltiplos, e nossos voos ficaram assim:

10/10 às 16h20 Guarulhos > Santiago

13/10 às 08h10 Santiago > Calama

25/10 às 06h30 La Paz > São Paulo

Compramos pela Decolar passagens da companhia LATAM, e pagamos R$1.702 cada. Um preço bom levando em conta que faríamos 3 voos.

Além disso, compramos pela Decolar pois não havíamos encontrado os mesmos horários no site da LATAM. Então tivemos que pagar a taxa de manutenção que a Decolar cobra, que é em torno de 10% do valor da passagem.

Santiago de Chile
Santiago (vista do Cerro Santa Lucia)

Ônibus aeroporto de Guarulhos

Opção econômica para embarcar no aeroporto de Guarulhos. 

Para chegar no Aeroporto Internacional de Guarulhos fomos até a Estação Tatuapé de Metrô. Lá você consegue pegar um ônibus do terminal que te leva até o aeroporto.

Pagamos R$5,15 cada, e o trajeto levou mais ou menos 1 hora.

No aeroporto tivemos que fazer check-in no próprio guichê da companhia, não havíamos conseguido fazer check-in online.

Resultado: tivemos que sentar em poltronas separadas. E isso aconteceu em todos os outros voos da LATAM.

Embarcamos tranquilos, e por coincidência me sentei ao lado de um joseense (sou nascida em São José dos Campos), o mundo é muito pequeno!

O cara estava indo para Santiago de Chile para fazer conexão para Nova Zelândia, onde passaria 1 mês fazendo intercâmbio, que inveja! Conversamos um pouco e logo tivemos que nos despedir, já que o voo era de apenas 4 horas.

Santiago de Chile
Santiago (vista do Cerro Santa Lucia)

Aeroporto de Santiago

Opções econômicas para sair do aeroporto. 

Rapidinho estávamos no Aeroporto Arturo Merino, de Santiago de Chile.

Para sair do aeroporto e chegar ao centro é muito fácil, você pode pegar ônibus de 2 companhias diferentes, a Turbus (que tem um ônibus verde) ou a Centropuerto (que tem um ônibus azul).

Para pegá-los basta sair do primeiro andar do aeroporto, seguir em frente à saída 5, e pagar 1.500 pesos chilenos por pessoa (R$9).

Estes ônibus param em alguns pontos específicos da cidade:

O ônibus da Turbus faz paradas nas estações de metrô Pajaritos, Las Rejas e Universidad de Santiago.

E o ônibus da Centropuerto faz paradas nas estações Pajaritos, Las Rejas, Universidad de Santiago, Estación Central e Estación Los Heróes.

Os ônibus começam a sair às 5h e funcionam até 0h. Os horários variam por cada companhia.

Como iríamos ficar no bairro de San Isidro pegamos o próximo Centropuerto e descemos na Estación Los Heroes. De lá pegamos o metrô que custou 325 pesos chilenos por pessoa (R$3,5), e descemos na Estación Santa Lucia.

Da Estación Santa Lucia para nossa hospedagem levaríamos uns 10 minutos a pé, mas levamos em torno de 1 hora, pois não conseguíamos encontrar o lugar.

Perguntamos à mais de 7 pessoas como chegar, e só a última conseguiu nos passar o caminho certo. Foi difícil, chegamos lá era quase 11 horas da noite.

Santiago de Chile
Entrada da hospedagem do Airbnb

Onde se Hospedar em Santiago

Boas opções de airbnb. 

Por questão de preço e comodidade escolhemos reservar uma kitnet muito bonitinha com cama de casal, pia, fogão e forno, e um banheiro através do Airbnb.

Em muitos lugares, quando se procura por um quarto de casal, fica mais barato escolher por uma alternativa no Airbnb, do que em hostels.

Comemos uns pãezinhos acompanhados de cervejas Cusqueña (uma cerveja peruana muito gostosa) que havíamos comprado na conveniência, e fomos descansar.

Santiago de Chile
Hospedagem Airbnb

 

Dia 02:

O que fazer em Santiago

Um dia conhecendo a cidade a pé. 

Só teríamos esse dia para conhecer Santiago, então acordamos cedo, comemos uns pãezinhos e caímos na rua!

O bairro de San Isidro era muito calmo e gostoso, era um bairro simples e de bom padrão. e fica perto de quase todos os pontos turísticos de Santiago.

Cerro Santa Lucia

Visão panorâmica da cidade e da Cordilheira dos Andes. 

Acordamos predestinados a conhecer o Cerro Santa Lucia. Andando encontramos um cachorrinho que nos acompanhou até o alto do cerro, como se fosse o nosso guia, o apelidamos de Mussum.

Havíamos começado nossa viagem sendo bem recepcionados 🙂

Santiago de Chile
Recepcionados pelos perros chilenos
Santiago de Chile
Entrada do Cerro Santa Lucia

O Cerro Santa Lucia fica próximo à Estación Santa Lucia – L1, e fica entre a Avenida Libertador Bernardo O’Higgins, Rua Santa Lucia e Rua Victoria Subercaseaux.

E nada mais é do que o morro que fundou a cidade de Santiago.

Anteriormente era conhecido por Huelén, que significa “dor, sofrimento” na língua dos Mapuches, antigos habitantes do local. E se tornou Santa Lucia após a chegada do colonizador espanhol Pedro de Valdivia.

Cerro Santa Lucia
Cerro Santa Lucia

No início o cerro funcionava como um mirante e ponto de reconhecimento dos indígenas. Após o início do século 19 transformou-se em uma fortaleza das tropas leais ao rei de Espanha.

Hoje funciona como parque público com bosques, monumentos, jardins, e um mirante que garante uma visão 360  de Santiago.

No alto você consegue ter uma vista linda da Cordilheira dos Andes. Embora muitas vezes com pouca visibilidade.

Santiago de Chile
Cerro Santa Lucia (no final de tarde)

Plaza de Armas de Santiago

Uma praça cheia de prédios históricos, e com wi-fi! 

De lá, fomos a pé até a Plaza de Armas, a principal praça da cidade, com wi-fi gratuito (informação especial), árvores, bancos, pombos, e construções históricas. Como a Catedral, o prédio dos Correios e o Museu Histórico Nacional.

Para descer na Plaza de Armas, você também pode ir de metrô pela Estación Plaza de Armas – L5.

Santiago de Chile
Plaza de Armas

Passeamos um pouco por ali, paramos para tomar um café com leite e 2 media lunas (um croissant) por 1.220 CLP (R$7), e partimos em busca de uma casa de câmbio.

Era feriado no Chile, e estávamos encontrando todas as casas de câmbio fechadas. Paramos para pedir informação para um policial que vigiava a praça, e ele nos passou um endereço.

Posteriormente fomos descobrir que o endereço se tratava de um cinema pornô (Y).

Mas enfim, conseguimos trocar nossos reais em uma cotação de R$1 equivalente a 165 pesos chilenos.

Palácio de La Moneda

Cenário do início da ditadura militar no Chile. 

A pé chegamos ao Palácio de La Moneda, que é a Sede da Presidência da República do Chile, e fica entre as ruas Moneda, Teatinos, Morandé e a Avenida Libertador Bernardo O’Higgins.

O Palácio de La Moneda foi criado para abrigar a Casa da Moeda por um projeto da Casa Real Espanhola, mas devido a escassez de recursos, foi entregue a um particular que concluiu a obra.

Palacio de la Moneda Chile
Palácio de la Moneda

As paredes do palácio são construídas com pedras muito grandes, que chegam a mais de um metro de largura. Isso é para dar resistência necessária aos frequentes abalos sísmicos que ocorrem em Santiago de Chile.

É também por isso, que hoje ele é uma das poucas construções da era colonial que ainda permanecem em pé na capital chilena.

O local é famoso também por conta de sua participação na história sobre o período da ditadura militar de Pinochet.

Período em que o Chile esteve submetido entre os anos de 1973 e 1990.

Durante o golpe de estado, que ocorreu no dia 11 de setembro de 1973, Salvador Allende, presidente do Chile na época, foi deposto e se suicidou no local que foi duramente bombardeado e tomado pelo exército chileno.

Devido às três horas de luta que ocorreram no Palácio de La Moneda, foram destruídas partes do prédio e documentos como a Ata de Independência do Chile, de 1818.

Santiago de Chile
Rua Londres

Espaço América Santiago de Chile

Memorial com vítimas da ditadura militar. 

Dali, atravessamos a Avenida Libertador Bernardo O’Higgins, e chegamos às famosas ruas Paris e Londres, que para quem já foi à Europa não são tão legais assim, rs.

Mas para quem nunca foi, tem uma pitadinha de arquitetura e ares europeus.

Nossa ida para lá se dava mais por conta do Espaço América, que ficava na rua Londres, uma calçada com nomes de pessoas que foram mortas durante e devido à ditadura de Pinochet, uma espécie de memorial.

Museu da Memoria e dos Direitos Humanos

Um grande acervo de toda a história da ditadura de Pinochet

Decidimos visitar o Museo de la Memoria y los Derechos Humanos que ficava a 3,7km de onde estávamos, o Espaço América.

E como tínhamos tempo, fomos a pé mesmo, e valeu muito a pena. Pois conhecemos uma parte de Santiago que fica fora de muitos roteiros.

Santiago de Chile
Santiago de Chile
Santiago de Chile
Santiago de Chile

No caminho nos deparamos com bairros totalmente locais, lugares pobres, com casas simples, espaços grafitados, outros abandonados, e pequenos comércios.

Nos deparamos ainda com uma feira local, igualzinha às feiras de São Paulo, com roupas, condimentos, vegetais e frutas.

Santiago de Chile
Santiago de Chile
Santiago de Chile
Santiago de Chile

Mais algumas boas quadras, chegamos à Avenida Matucana, onde fica a Biblioteca de Santiago, o Parque Quinta Normal e o Museo de la Memoria y los Derechos Humanos.

Para chegar ao museu, caso não queira fazer uma caminhada de 50 minutos, você pode descer na Estação Quinta Normal – Linha 5.

O museu tem uma arquitetura moderna, que por curiosidade, foi construído por arquitetos brasileiros que foram selecionados através de um concurso. E tem como objetivo dar visibilidade às violações dos direitos humanos cometidas pela ditadura de Pinochet no Chile.

Ele funciona de terça a domingo das 10h às 18h, e fecha aos feriados. A entrada é gratuita.

Museo de la memoria y los derechos humanos
Museo de la Memoria y los Derechos Humanos

O Museo de la Memoria y los Derechos Humanos tem 3 andares.

No primeiro começa dando um panorama sobre as ditaduras militares no mundo, e no segundo andar, afunila para a ditadura militar chilena. O terceiro andar é dedicado para exposições temporárias.

Muito bem feito, o museu era super interativo, com imagens, fotografias, e vídeos. Doug se emocionou e quase chorou com alguns deles, principalmente com o discurso que Salvador Allende (presidente deposto na época) deu às rádios antes de se suicidar.

Salvador Allende tinha intenções socialistas, e os militares de direita acabaram tomando conta do país chamando-o de marxista. Por decepção ele se suicidou.

Museo de la memoria y los derechos humanos
Museu de la Memoria y los Derechos Humanos

No terceiro andar a exposição era de João Piña, um fotógrafo português que fez um projeto de fotografia sobre envolvidos na Operação Condor, uma aliança político-militar entre os vários regimes militares da América do Sul (Brasil, Argentina, Chile, Bolívia, Paraguai e Uruguai) com a CIA dos Estados Unidos.

Essa operação tinha o objetivo de coordenar e reprimir opositores dessas ditaduras. Entre as fotos vimos muitos brasileiros, principalmente do Pará.

Durante o trajeto até o museu, havíamos lido uma frase que descrevia bem o que sentimos enquanto o visitávamos:

“O ser humano, mesmo nascendo humano, precisa se humanizar”.

 

Parque Quinta Normal

Passeio tranquilo, contato com a cultura local. 

Parque Quinta Normal Santiago Chile
Parque Quinta Normal

Atravessamos a rua, e fomos ao Parque Quinta Normal para comer o resto das empanadas que havíamos comprado no caminho.

O parque estava lotado de crianças, afinal, era feriado de dia das crianças! Sentamos e ficamos observando os locais, enquanto ríamos da criançada se divertindo.

Parque Quinta Normal Santiago de Chile
Parque Quinta Normal
Parque Quinta Normal Santiago de Chile
Parque Quinta Normal

Cerro San Cristobal

O maior cerro de Santiago de Chile.

Dali pegamos o ônibus 426 para o Parque San Cristobal, onde iríamos assistir ao pôr do sol.

Já dentro do ônibus descobrimos que não havia como pagar a passagem com dinheiro. Teríamos que comprar um cartão.

Mas o motorista foi tão gente boa com a gente, que além de nos deixar andar de ônibus de graça, nos avisou qual era o melhor ponto para descer.

Chegamos no bairro Bella Vista, um bairro famoso pela quantidade de bares e por seu público jovem.

Muita gente adora passar a noite lá, mas não nos chamou tanto a atenção.

Percorremos a rua Pio Nono,  e chegamos até a entrada do Cerro San Cristobal.

Santiago de Chile
Santiago

O Cerro San Cristobal é um dos pontos mais altos da cidade, e é onde fica também o Zoológico Nacional do Chile.

Chegando lá nos deparamos com uma fila enorme, que fomos descobrir depois no centro de informações, que era a fila para o funicular (elevador) que leva as pessoas para o topo do cerro.

Para subir o cerro de funicular, você precisa pagar 2.600 CLP (R$15). E como nossas viagens são econômicas, decidimos seguir por uma trilha de 3km que o moço do centro de informações nos indicou.

A trilha começa do lado da entrada comum do parque, seguimos por lá, mas no caminho descobrimos que ela fechava as 17h20. E que teríamos que partir para outra trilha, uma de 5km.

A gente já tinha andado demais naquele dia, e infelizmente decidimos desistir.

Mas dizem que a vista de lá é linda! Snif.

Seguimos novamente a pé até o Cerro Santa Lucia, onde em uma subida de 700m conseguiríamos assistir ao pôr do sol.

Santiago de Chile
Santiago

No caminho vimos uma Santiago de Chile bastante movimentada, e pudemos perceber que ela estava com programações especiais para o final de semana de dia das crianças.

Passamos algumas horas contemplando-as.

Santiago de Chile
Santiago

Chegando no Cerro Santa Lucia, nossa empolgação deu de cara novamente com guardinhas fechando nosso caminho. O cerro fechava depois 19h30.

Não era para acontecer mesmo. Pelo jeito, adeus pôr do sol de Santiago de Chile, rs.

Fazendo mercado em Santiago de Chile

Preços um pouco acima do esperado. 

Saímos do Cerro San Cristobal e fomos para um supermercado. E o pensamento que imperou em nossas cabeças durante nossas compras foi:

– Meu Deus, que lugar caro!

O supermercado era simples, mas percebemos que as coisas em Santiago de Chile eram mais caras do que o esperado.

À começar com um sabonete que aqui no Brasil custa no máximo R$2, lá saía R$8. Enquanto o vinho saía muito mais barato.

Para ter noção dos preços que encontramos lá, segue nossa lista de compras:

  • 1 pacote de bolachas – 269 CLP (R$1,60)
  • Água 1,5l – 389 CLP (R$2,30)
  • 5 pães marraqueta – 304 CLP (R$3)
  • 1 pacote de bolachas triston – 419 CLP (R$2,50)
  • Achocolatado Soroche – 339 CLP (R$2)
  • Shampoo – 1.190 CLP (R$7)
  • Pasta de dente – 1.389 CLP (R$8)
  • Margarina Soprole – 339 CLP (R$2)

Na realidade nossa lista de compras não reflete tantos os preços do lugar. Até por que só compramos bolachas e pães, que eram os únicos itens que considerávamos baratos, rs.

De volta para nosso airbnb, descansamos para ir a Valparaíso e Viña del Mar no dia seguinte.

Santiago de Chile
Santiago de Chile

Resumo dos gastos do dia

 

HOSPEDAGEM EM SANTIAGO DE CHILE

Kitnet Airbnb: R$242 por casal (2 noites)

TRANSPORTE (INDIVIDUAL)

Metrô São Paulo: R$3,50

Ônibus para o Aeroporto de Guarulhos: R$5,15

Ônibus do Aeroporto Arturo Merino Benitez: R$9

Metrô para Estação Santa Lucia: R$3,50

ALIMENTAÇÃO (POR CASAL)

Compras na conveniência: R$59

Compras no supermercado: R$51

Comidinhas: R$44

CUSTOS INDIVIDUAIS (2 NOITES / 1 DIA):

Transporte: R$21,15

Hospedagem: R$121

Comida: R$77

Passeios: R$0

Próximo Dia

Autor do Post
Mari Sanefuji
Joseense de 24 anos, que há 6 anos decidiu se mudar para São Paulo para trabalhar no ramo da Publicidade como Gestora de Mídias Sociais. Posso me descrever como uma mente inquieta sempre em reflexão sobre o mundo, e sobre a mim mesma.

COMENTÁRIOS

6 COMENTARIOS
  1. escrito por
    Leticia
    jul 14, 2016 Responder

    Os links no começo do post estão quebrados! 🙂

    • escrito por
      Douglas Henrique da Fonseca
      jul 15, 2016 Responder

      Opa! Muito obrigado pelo toque Leticia. Mexemos no layout há pouco tempo, pensamos que estava tudo certinho, mas nos enganamos ahhaha
      Obrigadão pelo toque, e se tiver sugestões também, fala pra gente, que são muito bem vindas 😀

  2. escrito por
    Chile em 10 dias – Dia 03 em Valparaíso e Viña del Mar
    fev 6, 2017 Responder

    […] Dias 01 e 02: Como chegar em Santiago, Como sair do aeroporto de Santiago, O que fazer em Santiago, Fazendo mercado em Santiago […]

  3. escrito por
    Chile em 10 Dias – Dia 04 em San Pedro de Atacama – Space Obs
    fev 6, 2017 Responder

    […] Dias 01 e 02: Como chegar em Santiago, Como sair do aeroporto de Santiago, O que fazer em Santiago, Fazendo mercado em Santiago […]

  4. escrito por
    Chile em 10 Dias – Dia 05 em San Pedro de Atacama
    fev 6, 2017 Responder

    […] Dias 01 e 02: Como chegar em Santiago, Como sair do aeroporto de Santiago, O que fazer em Santiago, Fazendo mercado em Santiago […]

  5. escrito por
    Chile em 10 dias – Dia 09 em Arica – Blog Vamos pro Mundo
    fev 12, 2017 Responder

    […] Dias 01 e 02: Como chegar em Santiago, Como sair do aeroporto de Santiago, O que fazer em Santiago, Fazendo mercado em Santiago […]

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