25 dias na Colômbia – Dia 08 no Parque Tayrona

Resumo do Relato Completo

Planejamento do mochilão pela Colômbia: Roteiro, Previsão dos Gastos, História, Geografia, Economia, Migração, Cultura, Cambio, Informações Importantes e Curiosidades da Colômbia

Dia 07: Sierra Nevada de Santa Marta, Parque Nacional Tayrona, Ciudad Perdida, Deserto de Guajira, Como Chegar em Santa Marta, Onde ficar no Parque Tayrona, My Maps, Como Chegar no Yuluka, Eco Hostal Yuluka, Um pouco do mundo dos Mochileiros Voluntários

Dia 08: Café da Manhã no Eco Hostal Yuluka, O Que Fazer em Palomino, Como Chegar na Praia Rancho Luna, Contato com Pescadores da Região, Janta no Eco Hostal Yuluka

Dia 09: Como chegar no Parque Tayrona, Parque Tayrona, Trilhas no Parque Tayrona, Entrada Parque Tayrona, Onde dormir no Parque Tayrona, Trilha de Arrecifes, Praia Cabo San Juan, Camping Yuluca e Onde comer no Parque Tayrona

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Tínhamos chegado no dia anterior no Eco Hostal Yuluka, e queremos reforçar a qualidade do lugar!

Contamos mais detalhes como preços e como chegar no Eco Hostal Yuluka no nosso post anterior.

Café da Manhã no Eco Hostal Yuluka

Acordamos cedo, e fomos tomar o delicioso café da manhã que estava incluída na hospedagem. Com vista para a Sierra Nevada de Santa Marta, ouvindo o som de vários passarinhos.

Novamente reforçamos, se for para o Parque Tayrona, se hospede por aqui!

Logo após o café da manhã, voltamos para a suíte para aproveitar o luxo até as 11h. Quando fizemos o checkout e nos mudamos para o quarto dos voluntários.

Se na noite anterior pagamos 120.000 COP(R$ 160)  para dormir, nesta vamos pagar 30.000 COP (R$ 40) cada um.

Eco Hostal Yuluka
Eco Hostal Yuluka
Eco Hostal Yuluka
Eco Hostal Yuluka
Eco Hostal Yuluka
Eco Hostal Yuluka

O Que Fazer em Palomino

Não tínhamos planejado nada, e também nunca havíamos lido sobre se hospedar ali pela região de Palomino. Mas foi uma das melhores escolhas que tivemos na viagem.

Apesar de ficar colada à uma estrada, passam poucos carros, o que torna o conforto ainda maior!

Aos arredores da região de Palomino existem praias pouco frequentadas por turistas, e onde você pode observar como é a vida dos pescadores de Palomino.

Durante o café da manhã, perguntamos a Guadalupe e Alejandro o que eles estavam pensando em fazer. Disseram que não tinham nada planejado, e perguntaram se queríamos conhecer uma praia ali por perto.

Não anotamos o nome da praia, o que sabemos é que para chegar nela é necessário pegar um ônibus e pedir para o motorista descer no Rancho Luna.

Então vamos batizar a praia de Praia Rancho Luna.

Praia Rancho Luna
Praia Rancho Luna
Por dentro de Palomino
Por dentro de Palomino
Trilhinha dentro do Rancho Luna
Trilhinha dentro do Rancho Luna

Como Chegar na Praia Rancho Luna

Depois de comer nosso miojão arrumamos as coisas e encontramos Guada e Alejandro para irmos para a Praia Rancho Luna.

Ficamos um tempo tentando pedir carona mas infelizmente nenhum carro parou. Então decidimos pegar o ônibus mesmo. Pagamos 2.000 COP (R$ 2,60).

Pedimos para o motorista nos avisar para descermos no Rancho Luna

O motorista esqueceu… E descemos um pouco mais pra frente, mas nada que uma pequena caminhada não resolvesse.

Km 28
Km 28

O Rancho Luna parece ser um sítio, entramos por uma pequena entrada e fomos andando… Andando… Andando… Até chegarmos na praia.

Toda a caminhada até a praia foi em um clima muito gostoso! A região da Sierra Nevada de Santa Marta trouxe energias muito positivas pra gente.

Depois de 7 dias de viagem estávamos em um lugar mais isolado, com contato maior com a natureza, tudo que a gente mais queria!

Por Dentro do Ranch Luna
Por Dentro do Ranch Luna
Praia sem ninguém!
Praia sem ninguém!
Alejandro, Mari e Guadalupe
Alejandro, Mari e Guadalupe

Contato com Pescadores da Região

A praia estava completamente deserta! Um clima completamente natural… Uma praia em contato com o verde da floresta da Sierra Nevada de Santa Marta. 

E com uma brisa que vinha da montanha que tornava a temperatura extremamente agradável.

Fomos caminhando pela praia, até que passamos por um conjunto de pessoas que estavam levando uma grande rede para o mar.

Passamos por eles, caminhamos mais um pouco até que sentamos para aproveitar a praia.

Depois de um tempo, começamos a ver de longe que mais pessoas haviam se unido ao grupo, e que estavam se reunindo para tirar a rede do mar!

Logo levantamos e fomos ver de perto o que estava acontecendo. Um grupo de umas 30 pessoas estava trabalhando para retirar a rede cheia de peixes.

Pescadores reunidos
Pescadores reunidos
Pescadores reunidos
Pescadores reunidos

Alejandro perguntou à uma das pessoas o que eles fariam com tantos peixes: “Vamos repartir com as pessoas de nossa comunidade.”

Ficamos mais um tempo admirando, e voltamos ao nosso cantinho.

Depois de mais um tempo sentados, vimos um dos pescadores caminhando até a gente. Ele nos disse:

“Estão curtindo a praia? Vim aqui só falar que aceitamos todos, não temos preconceito contra ninguém” Deu um sorriso… retribuímos com outro e ele saiu.

Sentimos nossas energias ainda mais renovadas, e já pelo final da tarde fomos pegar o ônibus de volta para o Eco Hostal Yuluka.

Novamente não conseguimos pegar nenhuma carona. Pegamos o ônibus, tivemos uma leve confusão pois quiseram nos cobrar 3.000 COP (R$ 4) ao invés de 2.000 COP (R$ 2,6).

Mas nada que atrapalhasse. E já quase de noite chegamos no Eco Hostal Yuluka.

Explorando Palomino
Explorando Palomino
Entrada da Praia
Entrada da Praia

Janta no Eco Hostal Yuluka

No dia seguinte seguiríamos para o Parque Tayrona, então decidimos ter uma janta mais reforçada do que miojo!

Vanessa nos avisou que serviriam o jantar para os voluntários às 19h e ela nos convidou para jantar com eles.

Pedimos um prato muito bom! Frango coberto com molho de espinafre que acompanhava batatas fritas e salada. Pedimos uma porção extra de arroz, e dividimos o prato que custou 24.000 COP (R$ 32) no total.

Jantamos, conversamos um monte, e fomos para o quarto descansar para o dia seguinte.

Mari, Eu, Guada e Alejandro
Mari, Eu, Guada e Alejandro
Paulistano de 26 anos, que ainda mora em São Paulo, e trabalha como Analista de Sistemas. Alguém que só percebeu o tamanho do mundo quando colocou pela primeira vez a mochila nas costas, e a partir de então passou a enxergar o mundo em uma outra perspectiva. Uma perspectiva menos “de eu” e mais “de todos”. Uma pessoa que vive em uma utopia de crer que o mundo pode ser um lugar diferente.

COMENTÁRIOS

3 COMENTARIOS
  1. escrito por
    25 Dias na Colômbia – Dia 07 no Parque Tayrona
    maio 18, 2017 Responder

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  2. escrito por
    25 Dias na Colômbia – Dia 09 no Parque Tayrona
    maio 18, 2017 Responder

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  3. escrito por
    25 dias na Colômbia – Dia 10 de Tayrona para o Deserto de Guajira
    maio 21, 2017 Responder

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